terça-feira, 10 de junho de 2014

Tópico 9: Pesca no Brasil

Segundo levantamento realizado por diversas universidades brasileiras e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, nada menos que 80% das principais espécies marinhas exploradas comercialmente na costa brasileira estão no limite de sua capacidade de recuperação.
Ou seja: se algo não for feito para disciplinar a pesca dessas espécies - das quais as mais ameaçadas são peixes populares, como a corvina, a sardinha, a pescada, a tainha, o badejo e o cação, além de alguns tipos de camarão, lagosta e caranguejo -, logo os brasileiros precisarão importá-las.
De acordo com os estudos, já chegam a 24 as espécies de peixes marinhos e 79 as de invertebrados, como o guaiamum e a estrela-do-mar, sob risco em decorrência da sobre-exploração (excesso de capturas).
O Brasil chegava a produzir cerca de 130 mil toneladas de sardinha em meados dos anos 1980, por exemplo. Hoje, devido à pesca indiscriminada, não alcança 25 mil toneladas por ano.

Rios e lagos

Vale lembrar que as espécies marinhas não são as únicas que estão ameaçadas. De acordo com outro estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, a situação dos peixes de rios e lagos não é muito diferente. Nada menos do que 135 espécies de água doce - como o pirarucu e o lambari - já foram prejudicadas pela pesca excessiva e sofreram drástica redução de suas populações.
A situação desses peixes é agravada por fatores ambientais que, por enquanto, não afetam o oceano brasileiro. Dentre as ameaças, as mais sérias são a poluição, o desmatamento das margens dos rios e a destruição de mangues.
Mesmo as espécies criadas em cativeiro não estão fora de risco. A crescente criação de camarões em viveiros (carcinicultura) - em vários estados do Nordeste, especialmente no Rio Grande do Norte - está prejudicando os pescadores autônomos da região.
Nesses estados, alguns proprietários, além de monopolizarem o cultivo, estão degradando os mangues com material orgânico, cuja utilização polui as águas dos rios e mata os peixes. Tem havido também influência no fluxo das marés, extinção de áreas utilizadas no trabalho de mariscar e contaminação da água destinada ao consumo humano.
As ameaças às espécies aquáticas não se restringem ao Brasil. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) calcula que de 9% a 10% dos estoques pesqueiros mundiais já entraram em colapso, e entre 15% e 18% encontram-se sobre-explorados.
Ronaldo Decicino é professor de geografia do ensino fundamental e médio da rede privada.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Tópico 8: Cão é salvo por golfinho do ataque de tubarão

http://www.youtube.com/watch?v=yK8Tn9ORAtk

Tópico 7: pesca tubarão 1

"Não mate os tubarões"
O vídeo abaixo mostra uma cena de um filme,que mostra como executam tubar-
ões,isso é uma representação do que realmente acontece na verdade
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=4Kg3Hu354EA

Tópico 6: A pesca pré-histórica


 
A Pesca Desde a Pré-História    



A relação do homem com os peixes, é tão antiga quanto a história. Sem ainda ter desenvolvido as formas de tradicionais de cultivo da terra e criação de animais, as sociedades primitivas praticamente dependiam da pesca como fonte de alimentos.
            Restos de cerâmicas usados no preparo da comida, cascas de ostras e mexilhões encontrados na Escandinávia confirmam que, antes mesmo da captura dos pescados com equipamento apropriado, o homem primitivo era um coletor de moluscos.            O anzol - como instrumento para captura de peixes - só viria a ser criado algumas centenas de anos depois, bem como as primeiras redes de pesca com o desenvolvimento da tecelagem primitiva, já no fim da Pré-História.            Apesar de desde os primórdios o homem já se alimentar fundamentalmente de carne de peixes, ele iria se lançar ao mar em busca de boas pescarias apenas no Império Romano. Até então, pescar era uma atividade restrita aos lagos e realizada  pelos escravos.            Porém, com o aparecimento do cristianismo, os peixes passaram a ser vistos como refeição nobre. O consumo cresceu consideravelmente e a pesca marítima se estabeleceu. Além disso, houve também progressos no modo de conservação da carne de peixe. Se na Grécia Antiga e Egito os antigos mantinham o peixe apenas em sal, os romanos, foram quem introduziram a conserva de peixe em azeite.            Na  Idade Média, o peixe se transforma em ouro. Usado como moeda de troca entre os senhores feudais e camponeses, era comum que o pagamento da renda da terra fosse feito em peixe  ou óleo de peixe. Outro impulso significativo à atividade se deu no final do século 4, por incentivo dos monges que começaram a fabricar redes apropriadas para a pesca marítima.            Os registros históricos do século 7 mostram que nessa época a pesca já tinha se tornado uma atividade popular e o consumo de peixes estava consolidado entre os europeus.            Fosse no Mediterrâneo, no Mar Báltico ou no Mar do Norte; fossem os pescadores escandinavos, ingleses, vikings ou lordes, quanto mais se pescava mais sofisticados se tornavam os equipamentos de pesca. Também o gosto do europeu ia se sofisticando: enquanto as populações rurais consumiam arenque, atum salgado e carne de baleia; a aristocracia se regalava com salmão, lagosta e pescados mais finos.            No Brasil, a geografia generosa de grandes rios e afluentes sempre favoreceu a atividade, de modo que mesmo antes do descobrimento a pesca já havia se estabelecido entre os indígenas. Quando os portugueses aqui atracaram, encontraram tribos nativas com seus métodos próprios para a construção de canoas e utensílios para a captura de peixes.            Mais tarde, com a colonização, a chegada de diferentes povos no território nacional e a miscigenação, verificou-se um desenvolvimento ainda mais significativo na pesca. Além do sonho de construir um pedaço da Europa no Brasil, essa gente trouxe seu conhecimento, suas receitas e temperos, estimulando a efetiva introdução do peixe na culinária brasileira.            Registra-se também a influência da pesca no aspecto socioeconômico do país, visto que várias cidades litorâneas se formaram a partir de núcleo de pescadores, no decorrer dos distintos ciclos de nossa história (plantações de cana-de-açúcar e café, bandeiras de mineração e extrativismo). Tradição esta que persiste até hoje na Amazônia, onde a localização das comunidades não corresponde a rua, ou bairro, mas sim aos afluentes dos rios.            Como se vê, não é engano dizer que a pesca habita a alma da nossa gente. Pode até ser que ao turista mais desavisado fique a impressão que para a boa pescaria o destino provável seja apenas o Pantanal ou a Amazônia. Mas seria um engano. Sejam as frias águas capixabas, os riachos paulistas do interior ou os ribeirões mineiros, aqui neste Brasil nunca ter caboclo, índio ou ribeirinho que ficasse sem peixe bom para pescar

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Tópico 5:Pescado i legalmente

 

''PMA autua pescador com 31 quilos de pescado ilegal no Rio Aquidauana

O Rio Aquidauana é um dos principais pontos de monitoramento, por ser bastante piscoso, com várias cidades lindeiras, tradição de pesca desportiva e profissional, além da existência de vários hotéis pesqueiros e ranchos de lazer"

Foto: PMA

                                               



autuou um idoso, 63 anos, por captura de pescado abaixo do tamanho mínimo permitido pela legislação.


Conforme informações divulgadas nesta quarta-feira (16), ele foi flagrado em um pesqueiro, no Rio Aquidauana, junto com vários outros pescadores. Os policiais encontraram 31 quilos de pescado no chalé e constataram qu


                                                                                                        
Foto: PMA
e todos os exemplares estavam aDurante fiscalização de prevenção e combate à pesca predatória, o 2º Pelotão de Polícia Militar Ambiental baixo da medida permitida para captura.


O pescador responderá por crime ambiental de pesca predatória e, se condenado, poderá pegar pena de um a três anos de detenção. Ele recebeu multa de R$ 1.320,00.

Operação Semana Santa
A fiscalização intensificada faz parte da Operação Semana Santa, que começou na última terça-feira (15) e vai até a próxima semana.

O Rio Aquidauana é um dos principais pontos de monitoramento, por ser bastante piscoso, com várias cidades lindeiras, tradição de pesca desportiva e profissional, além da existência de vários hotéis pesqueiros e ranchos de lazer.


Tópico 4: Pesca-Tipos e Impactos

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Impactos Ambientais da Pesca:
Redução dos stocks, devido a factores como:
sobre-pesca, que pode mesmo provocar extinção de algumas espécies.
- poluição marinha, devido aos artefactos "esquecidos" no mar pelos pescadores, que pode provocar a morte a outras espécies animais.

A Aquicultura
A aquicultura (ou aquacultura) é a criação de espécies marinhas de modo artificial, em grandes tanques ou redes. É mais comum a criação de peixe, mas também ocorre com outros animais (crustáceos, moluscos, etc).
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Produção em redes no mar.
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Produção em tanques.

Impactos da Aquicultura:
- Muitas vezes os efluentes que provêm dos tanques não são tratados, transportando para o meio ambiente produtos químicos utilizados na alimentação e "vacinação" dos animais.
- Alguns dos antibióticos utilizados podem ser prejudiciais à saúde humana.

Tópico 3: A pesca.

Pesca Sagres
PESCA
Para além da pesca de alto mar possível de se fazer nesta zona, abundam pesqueiros na península de Sagres, onde podemos ver pescadores amadores a atirar a sua linha para as profundezas do Oceano. Alguns destes são:
Malhão do Infante, A do Baraço, Castelinhos, Lomba dos Verdalhos, Canhestros, Mazagão, Caixões, Caixanitos, A do Baracinho, biscais, Pedra do João Fernandes, Tábuas, Ponta Ruiva, Calumbreira, Rabo do Galo, Adufas, Dentudo, Nariz, e Ponta dos Currais.